Sou mineiro, falo “uai”, “sô”. Mas não é nada que me comprometa. O que me assusta em são paulo é que os paulistanos sempre acham um lugar para encaixar “Puta” e “Porra” quando não sabem o que dizer, o que leva a expressões que soam engraçadas e até comprometedoras como:
“Ele é filho da, puta (?), Marina!”
“Meu, tem uma flor que tem um cheiro muito bom! É um cheiro de, porra,(?) infância, sei lá!”
“Você pode buscar por tudo no google. É fácil, vai lá e digita, puta(?), qualquer coisa.”
O pior é que todas essas frases são reais. E eu ri na cara das pessoas.