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Não existe almoço grátis?

03 de Abril de 2008

rapha

A notícia não é nova, mas não deixa de ser interessante. Chris Anderson[bb], aquele que escreveu o “Long Tail”[bb], agora diz que o futuro dos negócios é o grátis. Isso mesmo, grátis. Bom, em alguns casos sim, mas em outros não é tão grátis assim, mas basicamente alguém vai pagar pelo serviço, direta ou indiretamente. Segue um trecho da reportagem: 

Enabled by the miracle of abundance, digital economics has turned traditional economics upside down. Read your college textbook and it’s likely to define economics as “the social science of choice under scarcity.” The entire field is built on studying trade-offs and how they’re made. Milton Friedman himself reminded us time and time again that “there’s no such thing as a free lunch.”

“But Friedman was wrong in two ways. First, a free lunch doesn’t necessarily mean the food is being given away or that you’ll pay for it later — it could just mean someone else is picking up the tab. Second, in the digital realm, as we’ve seen, the main feedstocks of the information economy — storage, processing power, and bandwidth — are getting cheaper by the day. Two of the main scarcity functions of traditional economics — the marginal costs of manufacturing and distribution — are rushing headlong to zip. It’s as if the restaurant suddenly didn’t have to pay any food or labor costs for that lunch.”

A matéria saiu na Wired, e está sensacional. Vale a pena conferir ;)

Endossa

03 de Abril de 2008

rapha

Rua Augusta, 1360. São Paulo - SP Um “laboratório varejista”, ou “experimento de filtragem coletiva”, são termos um tanto estranhos mas que captam bem a essência da Endossa - loja colaborativa, localizada na Rua Augusta, 1360. Tudo gira em torno de que quem define o que é bom ou ruim é a comunidade, e não a loja.

Tudo o que se precisa fazer é alugar uma caixa, cadastrar e expor seus produtos (atualmente a loja conta com itens que vão de discos de vinil a jujubas). Ah! E a loja não cobra comissões sobre as vendas, tampouco determina o preço dos seus produtos. Ao final de cada período, as ‘caixas’ que não atingiram a meta de vendas saem da loja e abrem espaço para novos empreendedores.

Por mais pirado que isso seja, corri para experimentar e aluguei (junto com a Bárbara) um dos primeiros espaços [Propaganda: perguntem pelo espaço Bárbara Magalhães ;)] . Me surpreendi: em 2 semanas conseguimos bater a meta de vendas e só tivemos que nos preocupar com a nossa produção. Zero preocupações com burocracias e afins.

Para quem gosta de novidades, e para quem gosta de empreender idéias, recomendo.

Mais informações:

Essa foi quase, Murphy

30 de Março de 2008

rapha

Ontem (sábado) eu e a Bárbara resolvemos comemorar nosso primeiro aniversário de casamento (que é hoje!) com os amigos. A família achou estranho, alguns amigos também, mas o que nós queríamos mesmo era curtir. E para nós tudo, desde a chegada de um sofá novo até a nossa chegada de viagem, é motivo de comemoração.

Inicialmente íamos fazer a festa no Posto6, ali na Vila Madalena. Liguei para lá as 12h de sábado e a simpática atendente me garantiu que eu conseguiria fazer uma reserva a partir das 16h. Ótimo! Disparei os convites pelo Google Calendar, avisei quem estava online pelo IM e aguardei, tranquilo, até as 16h, para fazer a minha reserva. Eis que…

Senhor, nós não fazemos reserva no sábado. A atendente se enganou. Primeiro pensamento: FODEU. Começa a busca por um novo lugar, faltando somente 4 horas para o horário combinado. Depois de uma hora buscando lugares entre sites e indicações de amigos, me deparei com o Geni Club, um bar bem legal que nós já conhecíamos. Liguei para lá, eles já não tinham mais disponibilidade de reservas mas resolvemos ir do mesmo jeito. Se chegássemos as 19h, disse a atendente, podíamos conseguir uma mesa livre para as 10 pessoas.Ótimo! Atualizei o convite e disparei o email (tinha me transformado em um spammer, praticamente).As 18h saímos de casa com o plano de sacar dinheiro e seguir para o bar, com a ilusão que tudo estava resolvido.

Basicamente um dinheiro que eu esperava que tivesse caído na conta não estava lá. Fui tentar sacar do cartão de crédito, e aparentemente ele foi bloqueado por “Excesso de tentativas” (Inclusive preciso checar isso no banco, ver se ele não foi clonado ou algo do tipo!). Ia ser muito chato desmarcar agora, então seguimos para o bar com 40 reais, e a Bárbara com um olhar fuzilante para mim (não trocou uma palavra até estarmos a uma quadra do bar ). É, as coisas não estavam boas para um aniversário de casamento.

Até que resolvi desafiar a maldita lei: será que o cartão estava bloqueado para compras, ou só para saque? Quando torramos nossa grana no bar (tínhamos direito a 7 chopp’s, pelas nossas contas), tentei pagar a conta com o cartão de crédito e deu certo!

A noite foi ótima, o DJ era excelente e tocou músicas do Prince, Stevie Wonder, Tim Maia, e várias outras do Soul, Funk, Samba e afins.

Tinha vencido murphy, enfim.

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